Diário de Bauru, 2 de março de 1986.

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clusão dot rnrviços d a f err ovia, c u ja m eta fu ndam en­

1 A h ,n ôria da E,tt11da de f « ro Norodt • do

tal sona liga r o µ()(to de Santo1 até Co rumh á, alc an­


J ra,,I esU ftl)l.a dlemaçlift. que ,. d•-olvonm

Po' m u1, 0 1 anoo ao lo"9" da linha em con.ru;; Emoções t1n1u que proporc,ona,wn• 1' "" "' e •
A Noroeste


CMw:io ter rit Or ,o boliviano.

I núm e ros melho ram oo to 'i eram introduzidos

hi J lo ngo da li nh a, inclu1iv e a melhora cio ierviço te­

rioSh YTOs • - rit"' imlm arol artigot_• .,,o, den­

l c-•Jr J.f Ko e a, mp lanmç So de sist em a e l é t ric o para o

tre os qua•l • de c«,e,a dasNe ... c 1ando

.., l il,ro edi tado .., 1 9 68 . todaª -. ,,d, P•

lol • con1tNÍnm 1 •"' ft n'• . •• rdedero• d ""° r­a

-

-

,.:::.down,fo •vr• te. ora enlrenundo• ª11'""11
na· história de

co nt ro le d e tdd e:go dos tre n . Além do mais, já esta·

, · a l e ndo conitru f do um ram al l igando Araçatuba a

J ljµ 1à , que rl!dundar 1a no e nc.un am ento da l in ha que DiHdva por l tapu ra via Luu..a nv1ra, ma11 ta rde to tal-

. ( . lndÍl>t ora 1ando pela f rente u

-. ' ·: n to de: tivado .

1 1Mur s.c alf ando a vida de u,ntOI dllel.d liiculU o

. "t'l:a que B...iuru icdurva t oda a ei tr ada de f e rr o, uma

vidada d• tem ..,. · l õoos


m au dif.....1. d- que,,.......... na, revnd

aol)temafMÓn o ,ndam.,to d• obraS-

Som ... 1 tu do 1110 1 p,..n? constante de
Bauru,

Af o ra tod a rem odel ação havida e tendo em


rnod e r nd t! tu nc1o nal OStitçSo foi planejada, OJja

c o nstrução não t,cou no pap el e t eve seu in ício no

animm ...a,,n.., ,. a mauri·a 1 achad

•. solapame_ntdoe•

º'4 4 df! dei em txo de 1935 . t ndo como cons1ru to­

de lafru IC*flpamento• def icuint• .• tnN•""

gnnd• ;10, • 1antos outros ot,nkl, 10. 1 Aecna ndo

'd • 11rmc1 Leia:o. R1be1ro e Cia . Somente em 1939

1 ' <l11fl d f<Hn a o br ai, ,c:ndo a nova ga r e 1nau9 .u ada

tod - _ ,1o1 oi v.i en t• confl N IDre • ma r-

OI cada o nqui au do 1 1 ,ipinha dorsal que

::':.:r deSlPa,lopara O vizin_ho Esu do de M• to GrOIIO, pr09,_, 1 0 deM oi.,manlD através

e» linha f6,r,- ,._,.rn..., muito• ano• ,. que

e•h•• a, nju.,.ias aos p• • . com tablados q ue p er·

mitiillm O tr anspor te dt, cinco vagões, tracionados

por do t, re boc ador es, um do lado p au li sta B outro


ta rem odelar;l o da via f tr rea. O serviço de " ferTV· boat'" tJrnbéfn c:kf 1c1e nte e moroso ex191a que a po nte f ou e imediatamente conn ru lda . Tiltt pro­

ble m as fo ram en fr e nta d os pelo e nt cfo dire to r Ar ·

110 ,d .s 1 .o de itltéfflb ro do mesmo ano. Acomodava f -à l, é, S.l" H e s.cn t&r1 o s como d ad min1u ração e o se r· V'LÇo dt con tr ole de trã f ego da prbprlél f err o" ia e 1 rt <:1r?i u do Paul in a e So roc abana.


- sonho toae r• lin d.o

IN ÍCIO


Tudo oomeçou no he


8 de • te br de

do lado de Jup ill. no Estado dd Ma to Grosso.N e1se

mesmo mâs a l in ha alcançava Três Lagoas.


R IO PA R ANÁ


Ja estava aprovado o pro je to para a co nst r ­

lind o L u z e m ais ta rd e por Alf red o de Castilho. Po· ré m na me<11d a do po" íve l 1am se nd o sanados os probl e m• in1c1a n Uo-se µela 1Ub s t it u1ção d e tr ilhos

e do rm t!ntes, bem como a co nst ruç ão de no,as esta­ ções e postos tt,le gr ttfi cos. Aos pouc os a No roeste se

En qu,rnto . Bauru ga nhava a modelar estação, lurumbd ayuardava a chegada do, trilhos . cujo 111êiio r ObHãcu lo e ra a construção tia ;>ante 5ob re o t' .r.i <lgu 1. c ui a, o br as tiv e ra m início a parti r de 1 .o

1.k <1 1J t uhro de 1 9 38 , , endo conclu ida nove anos de4

=•

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868 a ndo circ u lou o p rim eiro com bo t0 in tM·

1 , qu d s.,,tot à capiu l p a, hs lll.

S.n:

S.n:

vés de uma c,om poo.,,...

vés de uma c,om poo.,,...

. . t

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• Ju ndia/ Oua tl'O ano s dep od, isto •

• Ju ndia/ Oua tl'O ano s dep od, isto •

iiga,,doo porto e #o da Et t rad• de Ferro

11 de -'º de 1872. • ligaç&o te e1e1n­

;: . :. C amp ina,s ,w,ce ndo com isso • Co mp •

nhi• P aul ista dl E11r-,. .s de f e ff O, qu no a no

:,',a,n

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inl9 fazia dt.,,.,- ....,, O"en t a d: R, o. CJ r o.

o,. p rlm • ro s para • Co nqu si ta do

e, ant.,ende>U no final do século a con• dll uma t.n-011la cortando nosso Esudo N·

mo a Mato GtoUO, 8'à entlo isolado ele outros

-1,0L .

Muitos pia.- chegaram • •r disa1tidos,

portin, uma coi• n -,a : BauN Nria o m •­ co Inicial cle aidacioa obra. E nlo demorou muito para que o projeto tose colocado em prá­ tica. No dia 16 de ,-embro de1904 • empreitei­ ra Machado cle Melo lllirwv• contrato para a Cll)flSINÇlo dos primeiros 100 (1.l ômatros de

linha. dlntro de um traçado que il de Bairu a 11apu ra, ,.s margens do rio Tied . No mesmo ano. partiam de Botucatu as trilhos da antiga Estrada de Ferro Sorocabana, cujo ramal foi i,-i,,rado no dia 1 . o de maço de 1905, sendo igualmente, uma outra alter nat iva para se dlagar atá Slo Pai lo .

No dia 15 de julho de 1905 , já se ouviam

OI "'"os dos trens. Estava sendo iniciada a con11Nçfo dl Noroes11! part indo a linha. como­

-• pn,yisto da antlo pequena vila de Baur, u (1.18 na ocasil o tinha pouco mais de 600 habitan­ tes. Com a chegada dos operãrios da empreitei­ ra, - poucas foram ,urgindo novos rí.tcleos coloniais e - poucos a cidade se transfonn•

a Uma v• dadeira euforia tomava conta da

laçio. alegria - que na verdade escondia

dificuldades e os obltkulos que o caminho

feffo encontraria pela frente.

Enquanto ,urgiam 01 primeiros trilhos, a11pedições tnm realizadas para as levantamen­ tol topogrificos do trecho aser penetrado. Verdade n,s atos de bravura iam ,ando registrados na medida

em que -.a iam o traçado elaborado. AtaqUes dos

,,.,,_,. Cainpangs eram consta ntes. A morte ron­

d,va OI acampamentos, completamente despro­ tegidos de qualquer rança contra a füria dos silvfculas, que impied osamente trucidavam os

desbravadores. O sertão de Bauru começava a ser

ilescoberto.

Foi no dia 27 de setembro de 1906 que os

>rimeiros 48 (1.lilômetros de linha foram libera ­

:los provisoriamente ao trMego. chegando os com­

,oios atà a estaçio de Jacutinga, de onde se es­ te nd ia atà Lauro Muller em janeiro do ano se- 11inte.


CORUMBÁ


Nos primórdios de 1907 foram acelerados

01 estudos do traçado para que alcançasse a isolada ci­ dade de Corumbã por meio de uma ponte que possibilitaria a traveuia do Paraná e uma outra

ç ão de uma pont e me tál ica so b re Rio Para n . cuJa

e srtu tu ra foi co nstru ida no ex ter io r. A_c e le ra dos os

u a bal h os d e fix ação dos tr ilh os, no dia 1. do. d e­

u a bal h os d e fix ação dos tr ilh os, no dia 1. do. d e­

zembro de 1912 outros 22 0 q u il ô m et ros ltg a raim

zembro de 1912 outros 22 0 q u il ô m et ros ltg a raim

Tn ?S L .19oas a Rio Verd e ( Águas Cl aras) ou tra fren te d e tr aba lh o, su rgia m m a is 288 q u1l o m e t ros . en tr e Po rto Espe ra n ç a e C o rr e n t es .

A ju nçl o d os tr ilh o s li ga nd o as d u as fr e nt e s

ocorreu no dia 31 de agosto de 1914, uma data marcante na história da Noroeste. como ficou sen· do o dia 12 de outubro do mesmo ano, quando to­ da a linha ligando ltapura a Porto Esperança foi li ­ berada ao tráfego, com 836 quilômetros de eicten ­ sã'o .

Entr eta nto, inúmeros proble mas surgir am nes­

se ano envolvendo as duas fe rrovia s , não sb oriundos de problemas financeiros, como pela falta de equip• mentos , motivando a encam pação da linha Bauru · ltapura pela Estrada de F rr o lta pur a-Corumb á, consumada no dia 12 de dezembro de 1917 . Com a unificaç ão das duas f errovia s, o le ito Bauru a Porto Esperança recebeu o nom e de Estrada de Ferro No ­ ro est e do Brasil, com uma ext ensão de 1. 273 qui­ lô metros.

Nos idos de 1918 já era precário o estado da

fe rrov ia , c u ja co nst ruç ão, como se verificou , fo i feita às pressas, a tal ponto de exigir uma com ple -

rec up er ava e pou co t em po depois, por vo lta de 1 9 23 se af igu rava como u ma aut ê nt ic a f e rr ovi a, d o tad a d e me lho r e s equipamentos e material rodante, bemco­

mo no v as m Ol'a d ias e insta lações mais m od er nas e

mo no v as m Ol'a d ias e insta lações mais m od er nas e

funcionais em t od a a ex te nsão da linh a, of e rece nd o m a is co nf o rto e higie ne aos seus usuário s. Ao m es­ m o t e m p o e m q ue essas provi d ê ncias fo ram adota das, i nic iava-se a co ns-t ruç ão da espe rad a ponte sobre o Pa ra ná, cuj as obras tive ram prosseg uim en to em 1923.

Com um a ex tensão de 1.024 metro s a gigan­ tesca ponte metá l ic a foi i naugur ada no dia 12 de ou­ tubro de 1926, compost a de cinco vi gas c o nti nua s de do is vão s cada um a e um a v iga t ipo ' ê:ant ele ve r" a e 350 metro s de com primento , dest inada a tran s­ por o canal do rio , com mais de 150 metros. Rece ­ beu o nom e de ' ·Po nte Francisco Sá" que havia sido mi nis tro da Viação. Se de um lado concret iz ava -se o

'so nho da pont e·· um outr o sonho já esta va em es­ tu dos : a co nst ruç ão de qua se 93 qu i lô metros de li ­ nha, a fim de def initiv a mente li ga r Po rto Espe rança a Coru (Tlb á, have ndo para is so , a necess id ade de se construir uma gra nd e pont e, desta f e it a sobr e o Rio Paraguai.


Coloca dos os planos na mesa começaram a ser esboçados os primei ro s si nai s de trabalho para a con-


·'

P Ut 'i, l'lto no dia 24 de julho de 1947. tendo ,ido

>Ol !:n t".,fn : n tc i naugu rada no d ia 21 de setembro do

rnu. mo d llO, r ece b e ndo o no me de · Po nt e P res 1de n·

te E u rico Uut ra qu e l á esteve 1,Jara as festi v ida des

te E u rico Uut ra qu e l á esteve 1,Jara as festi v ida des

dr t rn r e:: da obra ao tr áf e go no rm al. A pon t e é COn tp una de um vi ad ut o com 971 met r o s de ex ten·

t.J Uo lado de Porto Es pe ri nça, co m vãos var ian do d e: 24 ti 50 m et r os . A pdrt e central soh r e o canal cu. n um vão pa ra nave ção, m L·<.h:: " "O metro!. ti: n··

do uma a lt u ra d e 21 metr o, ac ima do le: no no rm al d sd ã(}.Jas. Conta arnda com outros quatro vãos de

90 met ros cada u m. Do lado de Corumba, o v ic1d ­u lo so fr e um a 111t erru pção a t rav Cs de uma ponte 0 . b re o c ana l secunt.láno com dois vã os 1guais de 56 met ros .

Na gestão de 1arinho Lu tz a pon tet eve le<J o rne m u d do de. President e Eurico Outra para Po nte Barao do ,R o Branc o"'. Term inada a pont . e

p ratica m en te estava co nclu ida a ligação e ntre Porto Es pera nça a Coru mb á e esta. por 1ua vez até Bauru . O t raçado original sof reu um a d1mmu1ção com rela -· ção aos es t udos i nic iais e ago ra tem 78 quilômetros do r io até Co ru mb á.

No dia 31 de ja neiro de 1952 circu lou um t rem espec ial f azendo o t raj eto di reto au ru a Co­ rum bá. Porém, a ferrovia ainda não estava comp le t a e no dia 19 de ab ri l de 1953 era ina u CJ,J ra· do o ramal de Camp o Grande até Po nta Porã com 304 qu ilô met ro s, possibil ita nd o chegarem 01 trilhos até a fro nt ei ra com o Paragua i, qu e as:sim co m o a Bolívia, tem co nexão com o porto de Santos.


REDE FER ROV IA R IA


Através da lei n.o 3 .1 l S datada de 16 de mar· o de 1957 , assim como ou t ras fe rrovias pert encen­

' s à Un ião , a antig a NOB - Est rada de Ferro No ­ roeste do Brasil foi inco rpor ada à Rede Ferrovi á ria

Federal S.A.. Ao todo , ent re l in has princi pais e ra­ mais, conta a Noroe s te com 1.763 qu ilô metros de leito fe rrov iário e tem atualm ent e como suoerinten­ de te de Produç ão o engenheiro J oã o Bat i• ta Pa­ checo Fant in , a ue ante s de mais nada está cu idan­ do de inúm era; remodelações, in clusive no setor de trens de passaqei ro s ond e aind a pode ser verifica­ da a exi st ê ncia de grande nú mero de vagões de ma­ dei ra, inadequados para a at ual co n jun t ur a.

Com a sub st it uiç ão paulat i na do mater ial ro ­ dante po r· outros mod ernos e ef icient es, incorpora­ cão de no vas loco mot ivas, carros de passaQeiros e vagões de carga, não resta dú v ida de a ue o sonho dos p rimeiros desbra vadores estará realizado, su r· g índo nos dias de hoje um a f e rro via então def ici tá r ia como de alta rent ab il idade não só pelo crescente au· mento de carga lia u ida e seca co mo no t ra nsport e de passageiros . Pouca co isa resta a f aze r para sua

total est rutura ção haja v isto q ue a cada ano aum en ta o seu volume fin anceiro. O Atlâ n t ico l igado ao Paci­ fi co através d e mu i t o sacrif ício. Alé m do ma is,as belez, s naturais v istas ao lo ngo da li nh a. pode rá fa­ vorecer uma melho r exp loração do tu r ismo f erorv ái­

rio, seja par a e xc u rsões freq Ue nt es aop an ta na l

no Rio Paraguai. A primeira seria construida nas

t ogro ssense como i nterlig ando o t ranspo ret

'.erro va,­

imediações de Jupiã e a outra em Porto Espe rança .

Enquanto isso acontecia, os trilhos avançavam e em 16 de fevereiro de 1907 era aberto ao trã­ fego o trecho entre o quilômetro 92 ao 202, ligando as estações de Lauro Muller e Miguel Cal­ mon. No mesmo ano, a 2 de dezembro era libera­ do o trecho alé Araçatuba no quilômetro 281, para no dia 31 de dezembro se, inaugurado mais 20 1uilômetros, chevando alé Córrego Azul.

Apesar de?• /ndios, das doenças e dos ani­

no com o r o do v iár io , pos:si bili t ando v1s 1at s a s h idr e­ l ét ricas de J up iá e Il ha So ltei ra, com ota m bmé s e­ r e m es t im u ladas as v iagens em vagões fer ta dos cos­ tu me iram en t e ut ilizados pelo s pescado r e s que usu·

-

-

fruem dos m an anc iais p isco s o s dos ri os m a to g ro sesn-


O de sa f i o fo i vencido. Da entãodes conh ec .ª Vila de Bayru foi ge rada uma seme net q ue s e fr u ­ti ficou por cn, te n as de qu ilô metros, garç as ao arrOJO dos d esbrav adores q ue daqui partiram rumo ao sre·

ais, os trabalhos continuavam em ritmo rápido,

1

tão bravio , o nde r a m

d e rramados sangue, sour e

1 m· as de mo lé stias

amo éq u e no dia 1 .o d e maio de 1909 tr e ns i Nmw,am de Córrego Azu até o quilSmetro 541, em Anhangal.

Por a,a vez , a Companhia Paulista de Es­

tradas de Ferro também impunha um trabalho in­

16i - · mas. M uitos nao vo l a r a m, v ;' d .en as Páginas

o das traiço eiras inve stid sa dos n ,g . lada

. . . o h e ro ismo d essa gente , msec

h11toncas marcam , . a árdua tarefa de fincar

chefes e operd rios n

en tr e n te s e t r íl ho s para le var o progr seso e o de sen·

cetante na consvuçio da linha <Jle ligaria São

do rren

. Mato Grosso, que come­

Paulo • Bauru, fato que 18 concretizou no dia 18 de fevereiro da 1910 , (1.lando leUS trilhos aqui chegaram, acontecimento (Jle foi marcado com muita festa.

Se de um lado a,rgia a Paulista até Bauru , de

outro a Noroes18 entrega.a ao trilego o trecho entre

Araçatuba e ltapura, nat margen s do Rio Tietê, o q u_e aconteceu em fevereiro de 191 O, cuja estaçfo da

voJ vimento ao longrnquoais name d ida em que a li­

Çou a c rescer cad avez m

nha avan çava.

MUSEU


Com a criação do Museu Ferroviário de Bauru, ue tudo is s o fi que perpetuado parasem-

esp er-as e q I brança material como pelos re la·

anuga Colõnia Militar a 13 de maio do mesmo ano .

Pr e,

só na em

0

0

na "as vividas

pelo s f e rroviários, q11e

.

aqui

Os indtgenas nio davam trégua 'e suces, iv·a mente aconteciam massacres de trabàlhadores, fa­

tds da•e p op e ia dos não só os sacrifícios a que se

,d . ra rn crav 1. - d

.,ac eteram

s a persístência . na rea 1zaçao o

z ndo com que o entlo coronel Candido Mariano da

ma

; blfl son h o :

este do BraS1I.

lva Rondon, not idos de 1910, comóchefe do Se·r

!líª ned

a Noro

ara tanto, é grande o acervo q uen_a t_u ra lm n­

111Ço _ de Proteçio ao Índio, 18 deslocasseaté o longo da hn ha, estudando pessoalmente a poulbilidade de PKific:açlo do1 temido• Caingang,, única maneira

e,-ntrada para serem evitado, maiores ;Í!aques.

'. p mãos o que facilita sua 1med1ata 1m· t, tem".'• ; ssa casa· de cultura possibilitará àt gera· Planatç ao. 5 tomar conhecimento do que começou

futura

çose e r nos idos de 1905 não só com a constru·

Mesmo au im, a grande obra gan hava novos quilõmetros e no dia 26 de agosto de t!jllO os tr i­ lhos atingiam as barrancas do Rio P.a ranã, cuja tra­

1

1

vessia passou a se, fei ta, em novembro,/ través de um serviço de "ferry-boat". composto 1Je grand85

a aocn te oro este como de tantas outras ferrovias,

o da la• as antigas Paulista e Sorocabana.

den fr d i scutivelm ente. pela sua tradição ferm viA•

,u poderá abrigar um dos mau bem equ1p•

ria,a au rnpletos museu ferroviário de todo o PalL dos ec o

1 • DOMINGO · 02/03/86 · OIARIO OE BAURU - --- --- -

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Magazine Luiza sucesso em promo ão


Anon.iat Prat" - umtu em ,.,,•.,.iro • d lireto ri • f'9Qion.til

do B, ild • KO wm S. u,u .

O Bra d .Co C"S t ará f ech and o o mês de março quando co memo ra 43 anos de at i v id ades, com

mais seis novas agê nciíls

c ri o u um s,st oma com plano eso ec 1al, para ser vi r se us c lie ntes. Nesta s,st e­ má t1c a, o clien te Brisdet ·

co v, a usu f ru ir de maior


...,

A partir dos pr(>.

xlmCII diu os leito,•

dos jornais de S.Uru


.... -end• loall

Cobop, que tllm à fr""°

te o dinlmico e i­

sucedido empresário


nwcadoria na certwa de encontrar melhores condições em suas listas

de preços.

q u e se rão 1'l a uqu radas na req1ão até o pró xi mo di a 10 . Co m elas, o· Brad esco int egra duas mil agê nc ias operando em todo opa Is.

As cidades que estarão recebendo as novas un i­

dad es Brad esco, são: Bo r­

pra zo no paga mento de Qaso l tna, q ue varia dep en ­ dendo do d ia e m qu e abastec e r 1e u veic ulo .

Este prazo pode ser até o máx i mo de 10 dias e o plano é vá lid o so men te

tom•lo conhecimen­

Cartos Alberto ,A "

bo re ma, Boca i na, Bro ta s,

nos postos da companhi a

to de uma ampla e bem

elM><>tadll campanha

que consiste em ofere -

cer o que h' de melhor

dl inha Jacuzz1, at fll ·


ATENÇÃO COM EDIÇÃO ESPECIAL

Abordando apenas assuntos alusivos ao últi­ mo _...,,.., a revista Atençlo aiu com edi­ especial, ata sema­

na, mostrando novam en­ tll btima diagramaçio e bonito conjunto de fo. tos registrando os mo­ mentos mais importan· tas desta festa.

Foi mais um tra­ balho de talego de seu diretor o public itár io"

Luiz Carlos Cordeiro . que fixa a boa revista

tarra entre OI veí­ culos importantes da mí­ dia 81C:rita.

A revista desta se,

mana contou com o pa­ trocínio da Rede Santo

do. Pela cam pan111:, um verdadeiro alerta está sendo lançado, que leva o co nsumidor 1 comparllr os preços <91

A Cobop tem sua loja instalada na avenida Duque de Caxias, n.o 17.8, e atende pelo tele·

fone 23-1224.


Fechando su• lo­ jas por quase um dia, Ma­ gazine Luiza lança cam­ panha " su i generis" pro· mocional, com verd adei­ ra queima de seus pro­ dutos, em forma de redução de preços e b_rindes estímulo.


Na última terça­ feira todos os funcioná· rios foram designados


a elaborar caruzetes com os novos preços das mer· cadorias, assim como de· corar a loja com caixas

e cartazes alusivos à

cam panha .

A loja de Bauru aderiu à promoção de vulto nacional da rede de lo jas de Magazine Lui­ za e o trabalho foi su­ pervisionado pelos geren· tes locais. srs. Roni Ri-


beiro Garcia e Edvaldo José Costa.


Na quarta -fei ra, após as nove da manhã verd ade ira co rrida d e clientes foi constatada, o que leva a concluir que mais esta i nic iat iva desta conhecida cadeia de lojas de eletrodomésticos foi bem recebida pelo s inú­ meros c lie ntes.

Mar acai, São Ped ro e Xa­

vantes.

O cliente B rad e, co. em especial o que usufrui

das facilidades de paga· ment o do cart ão de c ré· d ito , conta aqora co m mais um a de sua?. vanta · gens. Trata -s e de um convênio estabelec ido ent re os postos da At lan ­ tic e o ba nco , q ue oe rmi · tirá o uso do cartão Elo na compra de Qasolina. Segundo expl ico u o d ir e· tor regional da agênc ia do banco em Bauru, Arson ­ val Prat es, o B radesco

Permuta

Atl a n, t c de Pet róleo.

Atua l ment e cerca de um milhão e 600 mil clie nt es portad ores do cartão de crédito Brades· co, são bene1ic iad os p e os co nv ê nios est abele cidos. São 80 mil pontos d e vendas d1ve r sif 1c ados e ntr e restaurant es, l o ias, sup e rmerc ados e outros estabelec imen tos eumer­ ciais , que pro pa rc i o nam através do uso do cartão, melhor es condições de paqamento, com sequ· ra nc a, prat icid ade e co n­ forto .

regional

Antonio de Supermerca­ dos, Brahma, Cohab, DAE e O·Refreslio.


UM TRABALHO DE

FÔLEGO

O melhor multa· do em contatos feitos iAnto às Prefeitu­ Muricipais da regiio po­


A equipe CRIARTE estai com tudo pronto para dar inleio a.1 atividades da escola, na p róxi­ ma segunda-feira, dia 3. Ela está agora na ITE, num espaço amplo, preparado metro a metrCJ pa·

,a dar o melhor aos seus alunos.

A merida equipe, que tem Alvaro Toledo como diretor, Marina Monteiro Cardoso como di· retora pedagbgica e Ana Maria Cremonesi como diretora geral, se reu niu nesta quinta-feira,• no

SUCESSO

O s uc esso jé é reflexo comprova . do na loja 20 da Reda de Supe rmerca · do Santo Anto nio , instalada na cidade da Tatu(. Recentemente inaugurad a, a loja vem demonstrando em apenas trâ1 m asu de atividadas, um crescente din1nti1mo que conquistou clientes de Tatu I e d a regifo. O bom trabalho é reconhecido pala diretoria da rede , através do empen.ho do gerente Car ·

los Alberto Pavan e sua eq uipe .

DECORAÇÃO

A partir do pró x imo dia 10 . o cliente Santo Antonio vai se r recebido

em todas as lojas da rede local com uma nova decor açl o,a lusiv a à Pãscoa.

Coe lho,s ovos , cesta s e tudo o qu e lem . bra passagem cristJ, tradicionalmente

comemorada entre os brasi leiro s com choco late, estarão compondo o novo lay out das lojas do Santo Anto n io . Aguardem


O Bradesco que realiza periodicamente remane ja mentos em suas áreas d e di retoria e geren· cial, busca neste processo evitar a rotina '! promo· ve r ao mesmo tempo um a rec ic la ge m en tr e


t o . Na permuta, Bauru passou oararcomando d e o Arsonval Xavier Prates que por auatro anos res­

pondeu pela diretoria re­ gio nal de São José do Rio Preto. Ambos deixa· ram muitos amigos co n­

dem mletir o trabalho

restaurante 20-15, para celebrar a inauguração

seus funcionários do

quistados nest es anos de

do departamento co­ mercial do 0 8 , através dos publicitãrios Carlos Marar e Luiz Teixei­ ra. Vencendo concor­ rtncias em maioria dos brglos da regilo, o Di'­ rio da Bairu passa a ed tar todos os atos desses municípios, (Jle aim­ prem exigencia legal, e

prestigio ao oosso

DB.

comemorar o anivenãrio do seu jovem dire­ tor Alvaro Toledo.

A CRIARTE se preocupa com o ensino

gl balizado e tem agora a proposta exclusiva da Pré-escola 11Unindo a parte pedagógica, ati ­ vidades como Nata çã o , Ginãstica , Etiqueta, Pintura, Música, Literatura Infantil e Artes.

Ela conti,ua a oferecer o curso extra· curricular e novos cursos para jovens e adultos

Trata-te de uma escola voltada para ino · vações que venham a contribuir para o progres­ so cultural do nosso povo.

As matr iculas estlio abertas e as informa-

MARIE e JEAN MOSTRA O QUE ESTÁ 'EM ALTA" PARA OS ÔCULOSDEGRAU

A MARIE e JEAN

acaba de lançar • últimas nov idades da moda para os bcu101 de grau . Para a garota­ da que saca rápido 01 lances da moda os novos modelos de MARIE e

JEAN estão "em alta":

em cores oo estilo college - azul marinho, cor de vinho e preto .

Modelos quadradinhos em tons clar inhos e transparentes que são

super sexy e ainda os de estilo gatinho, meio ro· qu eira , para as qu e forem

mais ousadas . As novi­ dades da moda 86 da MARIE e JEAN já estão

primeiro escalão . Em f e­ vereiro o sistema foi acio nado, para uma per­ muta entr e os diretores reg io na is de Bauru e São José do Ri o Preto. O ex­ d i retor da agê nc ia Bra· desco lo cal, Jo sé Ao arec i· do Marqu es a ue durante cinco ano s respo nde u pe­ la regional Bauru , assu· miu a agência do banco

em São José do Rio Pre·

boa co nviv ênc ia, nas cidades onde residiram até fe ve re i ro. O registro acima ide nt ifi c a um dos

momentos de descontra· ção de suas familias, na co memo ração do aniver­ sá rio do diretor José Mar· ques. Sucesso a e le em São José do Rio Preto e boas vindas ao Prat es a Bauru.

1----------.L çõespodem ser o b t idas pelo telefone 23-6309 .

armações redondinhas

à ve nda nas óticas.



to16x23 . cost umeiram ente deno minad o ·4 format o executivo " e encadernado com o conhecido padrão

de qualidade. O conteúdo, por sua vez . fo i i ;11eir a­


CÓDI GO TRIBUTÁRJO NAC IO NAL E LEG I S LAÇ ÃO COMPLEMENTAR

COORDENAÇÃO ED ITO RJA L: LUIZ CELSO

e es tu do ,'cld c ion ad os co m a matér ia . To da .o; as al ct­ ra;{ õ cs co ns ta nt e do Cód igo Tr .ib u á.ri o Na c on.a l ; Co n .lti i tu ição Feder a l - n or m a a plicavc 1,s 10 Dr1 1ot


l,EX LOCI

mcntc prese rvado . limit a ndo- se às mud a nças deco r­ rentes da atua li z ação e acréscimo provo cados pela edição de nov os diolomas le Rais. Seu ín d ice é o me5mo. com alguma s mod ificaç ões de fo rma . vi­ sando maior facilidade de co nsulta e melh o r loca l i­ zação da matéria desejad a. Uma outr a ino va ção veri­ fica - para a facilidade de manu seio - a i nd ica ­ ç ào - nos ca beço s da. páginas de te x to do Có di go - dos art igo .li que nelas são t ra nsc r it o .li. Enfim. o No­ vo Códi g o . man té m ínt eg ro o se u rico e a pr imo ra­ do conte údo , ap resent ando formato ma is agrad á.

vcl. que facilita o tran sporte e pro porc io na melh o r utilização.

DE BARROS

ED ITO RA : 1 ALOV I


Est a o br a. c m sua .c gund a e diç ão. a prese nt a um apanh ad o de leg iid,1çõcs . v i.e.a nd o faci lit ar .1 pes q ui sa

••

AC ONTECI MENTO S FORENSES


O ad vo ad o Éd io So r rna n i . co nh ec ido por sua s brilhantes d fcsas n o Trib un .il dl· J úri . es t á m on ta n­

i na n ce ir o ; No rma s Gerais de Dire i to Fin, rnce ir ; Crime de Son egaçã o Fisca l e Pro cesso A.d rnin. i u.. au ­ vo F sica l. são os texto s i n.licr idoli ne ste li vr o. r co ­ mc n da m o.li a to dos os pro fissio nai li da áre a e unvic r-

•• para mel ho r ate nder a s ua clie nt e la do Oes t e a .l

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._Dr. Cmios Alberta doa Rios


PRETENDEMOS COM A NOSSA COLUNA, OME!:_ITAR E LEVAR AO CÕNH.6CIMENT0 DE CADEMICOS, AOVOGADos E ESTUDIOSOS DO DIREtT U, OS BONS LIVROS E OS MEl.liO.

RES LANÇAMENTOS DE OBRAS JURÍDICAS PUBLICADAS.


CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL

ORGANIZAÇÃO: JUAREZ DE OLIVEIRA EDITORA: SARAIVA

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DI RE I TO CONSTIT UCI O NAL E I NS Tl1U I ­ ÇÕES POLIT ICAS

AUTOR: I VO DANTAS EDITO RA:J ALOV I


Este livro , reflete uma anál ise fi l osó fico-c pis tc· m ológ ica e so cio lóg ic a. exposta numa linguage m de absoluta clareza. Os cap ít ulos q ue o compõe. são dosados na med id a exata ; tudo é fund a me nt ad o através da mai s m oderna b ibli o 1,.r.rafi a. ate ndend o às necessid ades do estudante . Est a ob ra co loca assun ­ tos que pe la primeira vez são objeto de atenção na

doutrina constitucional bras ileir a . O a ut o r sa be co­

do um escr i t ó rio de ad vo cacia c m no sa Co mar ca .


ta. O Dr. Édio cont i nuar á mdn tc nd o se u c o;c n cono c m Agudo s. e oara as.,;csso rá- lo es tá formando uma com pe te nte equipe. com espec ia li zação na áreac ri­

minal. ••

O estac io n am ent o do Fo rum de Ba uru. ve ms e r­

?

?

vind o m elh o r a cla.o;s c d o s ad vo !.!ad os. após a OAB· BU ter ass um ido a ad ministra ção d aq uck loca l. fun cio nár io Que coo rd e na o mo vi men to daq ue le p a­ tio, está sendo oago pela OAB -BU.

••


LEC

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NOVO CÓDIGO CIVIL faz parte da C:O.

NOVO CÓDIGO CIVIL faz parte da C:O.

lan .lº SARAIVA DE CÓDIG O, S q ue est• ••.lllo ç . · _ Ap resenta-se relativamente difcrcncía4o das ed1ç.o s anterio res. A partir desta edição, o lei,.

tor notara nele. um a grande transform ac ;in. Princi,.

palmente Quanto ao aspecto formal: sugre n o for

- mó .Pouco s conjugar o norm at ivo co m o so ciológico,

o qiaterial com o formal. sendo por is t o mc :i:.m o.

o qiaterial com o formal. sendo por is t o mc :i:.m o.

um autênt ico jurista moderno , com os olhos vo lta ­ dos para a realidade cm Que o direito atua, levando os )eitor e, a se apro fundare m mai s nesta realidade . em vez de desiludi-lo s c amo acontecia com antigos expositores.

O c1 - 1 c cit uado advogado J osé Barreto. mili an c

na coma a da Capital. esteve visitand o a Assoc 1açao

na coma a da Capital. esteve visitand o a Assoc 1açao

dos Adv og ado s Crim in a1ista s de Bauru . durant e urna rá pida passa ge m por no ssa Co marca. O il ustre d :o­

g ado Barreto , que também é profe sso r de D1r 1 o

Proces sual Civil. foi convidado ·por nó s para minis­ trar uma palestra em Bauru

No lançamento do nosso livro TEORIA E PRÁ­ TICA DO INQUÉRITO POLICIAL. realizado na Li­ vraria Jalovi. so b a coordena ção do ilustre advogado

Dr. J air Lot Vieira. foi bastant e prestigiado. A foto

de Carlos Torre nte, mostra um dos momentos do evento.

Sobre a coleção

Museu Ferroviário Regional de Bauru

Instalado junto à Estação Ferroviária, no centro da cidade Bauru, o Museu Ferroviário oferece ao visitante uma volta ao passado glorioso das ferrovias brasileiras, com exposição de fotografias, documentos, peças originais, maquetes e recriação de ambientes que remetem aos tempos da construção da NOB, até o final dos anos 30. Além de um passeio histórico através de curiosidades e peças de grande valor artístico, o Museu proporciona uma aula completa sobre a importância das ferrovias para o desenvolvimento econômico de Bauru e de todo o interior do Brasil.

Programa de Ação Cultural (ProAC) da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo
Associação de Preservação Ferroviária e de Ferromodelismo de Bauru
Apoio
Secretaria Municipal de Cultura de Bauru
Realização
Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo